Apresentação

"O meu trabalho é fundamentalmente experimental, eu não tenho uma técnica predefinida para representar um pensamento concluído ou valores reconhecidos, eu procuro uma experiência inédita para transmitir."


Cesare Pergola (Limosano, Itália).
arquiteto e artista de origem de Limosano (Itália) e florentino de adoção, começou sua carreira artística nos anos '80, variando entre arquitetura, arte e teatro, sempre em chave puramente experimental.
Foi fundador dos grupos de teatro Il Marchingegno(1978-82) e Orient Express (1982-85), que participaram daquele momento feliz do teatro experimental italiano.
Em 1986-90, como Diretor Artístico da discoteca Manila, perto de Florença, animou a cena noturna, envolvendo artistas, músicos, arquitetos, estilistas, em instalações e performances inesquecíveis.
Foi professor de arquitetura e design (1985-2007) e teve na Universidade de Florência (1996-98) a cadeira de Semiótica da Arquitetura, instituída por Gillo Dorfles e Umberto Eco. No campo arquitetônico desenvolveu uma teoria inédita de “arquitetura sensorial”, publicada no ensaio “A cidade dos sentidos”, 1997.
De 2000 a 2007, viveu em Banguecoque e desde 2008 vive no Brasil em São Paulo, onde desenvolveu sua carreira artística sempre na frente experimental multimídia (pintura, desenho, fotografia, vídeo, instalação, som).
Ultimamente sua pesquisa artística é voltada para uma releitura dos clássicos através de uma visão digital tridimensional, como uma arqueologia do desenho.
Pergola fundou a Galeria Belvedere (2009-2015) em Paraty (RJ) e criou o Festival de Arte Contemporânea de Paraty - Prêmio Belvedere (2010-2013). energizando a cidade fluminense com 45 exposições, 10 residências artísticas e mais de 500 artistas envolvidos.
Suas obras estão nos acervos do Museu da Cidade de São Paulo, no Memorial do Povo Indígena de Brasília e na Embaixada da Itália em Brasília.

Atualizado em 2018-10

Exposições selecionadas:

2018 "ARCHITETTURA E GEOMETRIA DA CARAVAGGIO", installazione multimediale, Chiostro delle Geometrie, Firenze.
2018 "DEPOSIZIONI, ARCHEOLOGIA DEL DISEGNO DA PONTORMO A CARAVAGGIO", individual, Museu de Arte Sacra di San Paolo (BR).
2017 "8º SALÃO DO MAPA DAS ARTES", coletiva, São Paulo-Belo Horizonte-Goiânia-Rio de Janeiro.
2016 "FANTASMA RUPESTRE PER KISS ME DEADLY", video installazione per il festival di cinema noir di Campobasso.
2015 "GEOMETRIA DA SEDUÇÃO", individual, Centro Cultural São Paulo.
2014 "LA MISURA DEL CORPO", individual, Galeria Belvedere, Paraty (RJ).
2013 “MATEMÁTICA DA PAISAGEM”, individual, Casa Contemporânea, São Paulo.
2012 "A SEDUÇÃO DE MARILYN MONROE", coletiva, Museu Afro Brasil, São Paulo.
2011 “LUTADORES DO MUNDO”, individual, Museu Afro Brasil, São Paulo.
2010 “TERRAS INDÍGENAS”, coletiva, Memorial dos Povos Indígenas, Brasília.
2005 “THAI COLORS”, individual, Bangkok, Thailândia.
2001 “LA CITTÀ DEI SENSI”, individual, Villa Montalvo, Florença, Itália.

Presentazione
Italiano


"Il mio lavoro è soprattutto sperimentale, non ho una tecnica predefinita per rappresentare un pensiero compiuto o valori riconosciuti, ricerco esperienze inedite da trasmettere."


Cesare Pergola (Limosano, Italia). architetto e artista multimediale di origine molisana e fiorentino di adozione, ha attraversato la scena artistica degli anni ´80, spaziando tra architettura, arte e teatro, sempre in chiave puramente sperimentale.
È stato fondatore dei gruppi teatrali Il Marchingegno (1978-820 e Orient Express (1982-85), con cui ha partecipato di quel felice momento del teatro sperimentale italiano. In seguito, come direttore artistico della discoteca Manila (1986-1990), nella periferia di Firenze, animò la scena notturna, coinvolgendo artisti, musicisti, architetti, fashion designers, in installazioni e performances memorabili.
Docente di architettura e design (1985-2007) in varie università italiane e straniere, è stato titolare (1996-98) della cattedra di Semiotica dell'architettura istituita da Gillo Dorfles e Umberto Eco, nella Università di Firenze. Nel campo architettonico ha sviluppato una inedita teoria di “architettura sensoriale”, pubblicata nel libro “La città dei sensi”, 1997.
Dal 2000 al 2007 ha vissuto a Bangkok, e dal 2008 vive in Brasile a San Paolo, dove ha sviluppato la sua carriera artistica sempre sul fronte sperimentale multimediale (pittura, disegno, fotografia, video, installazione, suono).
Ultimamente la sua ricerca artistica si rivolge alla rilettura dei classici attraverso una visione digitale tridimensionale, come un'archeologia del disegno.
In Brasile Pergola ha fondato e diretto (2009-2015) la Galeria Belvedere a Paraty (Rio de Janeiro) e il Festival Internazionale di Arte Contemporanea di Paraty -Premio Belvedere (2010-2013), vivacizzando la cittadina fluminense con 45 esposizioni, 10 residenze artistiche e più di 500 artisti coinvolti.
Sue opere sono nelle collezioni permanenti del Museo Della Città di San Paolo, nel Memoriale del Popolo Indigeno di Brasilia, nell'Ambasciata d'Italia in Brasilia.

Attualizzato il 10-2018

Introduction
English


"My work is mainly experimental, I do not have a predefined technique to represent a concluded thought or recognized values, I search for an unprecedented experience to transmit."


Cesare Pergola (Limosano, Italy)
Italian architect and multimedia artist, he went through the art scene of the '80s, ranging between architecture, art and theater, always in a purely experimental way.
He was the founder of the theatrical groups Il Marchingegno (1978-820 and Orient Express (1982-85), with whom he participated in that happy moment of the Italian experimental theater and later as artistic director of the Manila nightclub (1986-1990), in suburbs of Florence, animated the night scene, involving artists, musicians, architects, fashion designers, in installations and memorable performances.
Professor of architecture and design (1985-2007) in various Italian and foreign universities, he was the holder (1996-98) of the chair of Semiotics of architecture set up by Gillo Dorfles and Umberto Eco, in the University of Florence. In the architectural field he developed an unprecedented theory of "sensorial architecture", published in the book "La città dei sensi", 1997.
From 2000 to 2007 he lived in Bangkok, and since 2008 he lives in Brazil in São Paulo, where he has developed his artistic career on the experimental multimedia front (painting, drawing, photography, video, installation, sound). Lately his artistic research turns to the rereading of the classics through a three-dimensional digital vision, like an archeology of drawing.
In Brazil Pergola has founded and directed (2009-2015) the Galeria Belvedere in Paraty (Rio de Janeiro) and the International Festival of Contemporary Art in Paraty -Premio Belvedere (2010-2013), livening up the Fluminese town with 45 exhibitions, 10 artistic residences and more than 500 artists involved.
His works are in the permanent collections of the Museum of the City of São Paulo, in the Memorial of the Indigenous People of Brasilia, in the Embassy of Italy in Brasilia.

Update on 10- 2018



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